Deputado confirma ter ido a rinha de galos

O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Maranhão, José Carlos Caixa (PT), confirmou agora à tarde em conversas com colegas deputados que esteve realmente no sábado num clube de briga de galos na Maiobinha, conforme relatado em post abaixo.

José Carlos da Caixa é frequentador de rinha de galos

O petista, porém, disse ter ido ao local apenas para prestigiar os proprietários que o apoiaram nas eleições passadas. “Estive lá por 1h30 para prestigiar o pessoal que votou em mim. Eu já larguei esse negócio (briga de galos) de mão”, disse.

O blog voltou a contatar suas fontes que estiveram no clube. Elas desmentiram a versão de José Carlos da Caixa. De acordo com os informantes, o petista usava uma pulseira verde no braço. O objeto identifica criadores e apostadores – espécies de Vips das rinhas de galo. Os frequentadores comuns usam pulseira cor de abóbora. A entrada no local custa R$ 10.

“Ele estava sentado nas cadeiras reservadas em torno do tambor (local acolchoado onde as aves são colocadas para brigar). Ali só ficam criadores e apostares”, declararam as fontes.

Eles informaram também que o deputado examinou a biqueira (peça de metal colocado no bico do animal para potencializar o ferimento no galo adversário) levada pelo tratador (espécie de treinador das aves). “O galo dele brigou sim. Só lutou uma ‘água’ (round). Na segunda  ‘água’ ele poupou o galo”, informaram.

Os informantes do blog garantiram ter chegado ao clube por volta das 19h. “Saímos às 20h30 e o deputado continuou lá”, declararam.

Participar de rinha de galos é considerado crime ambiental, que prevê detenção de três meses a um ano. A multa é de R$ 2 mil mais R$ 200 mil por cada animal envolvido.

Deveria ser pior para um presidente de comissão de Segurança Pública da Assembleia, justamente quem deveria estar brigando para extinguir esta prática.

Veja como funciona a briga de galo:



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77 comentários para “Deputado confirma ter ido a rinha de galos”


  1. Ayron Rocha

    Eu queria que ele estivesse brigando com outro do seu mesmo nível…..

  2. Correa

    QUE VERGONHA, PRA UM DEPUTADO QUE APARENTA SER SERIO…..NÃO FALA COM NINGUEM, PARECE SER UM DEUS…………VERGONHA…ISSO É NO MARANHÃO.

  3. asouza

    esse é o nível dos parlamentares deste Estado! Esse Deputado deveria lutar para dar uma melhor qualidade de vida para o povo sofrido e miserável do Maranhão! ISSO É UMA VERGONHA!!

  4. SILVA

    ESSE É NOSSO REPRESENTANTE NO PARLAMENTO, UM APOSTADOR EM RINHAS DE GALO, ISSO DEMONSTRA QUE AS NOSSOS PARLAMENTARES LEVAM CONSIGO PARA O PARLEMENTO TODAS AS MAZELAS SOCIAS, E QUE SÃO MELHORES DO QUE AS CLASSES MENOS PRIVILEGIADAS.

  5. Ricardo silva

    Décio, alguma novidade sobre o iptu?? Soube que existem imóveis que estão recebendo a cobrança de ate 35 mil reais na área do calhau ???

  6. Oscar

    Isso é mais uma hipocrisia que precisa acabar nesse País.Galos não podem brigar,mas humanos podem se esbofetar no vale-tudo,sangrarem e ainda com público pago!!P.S.nunca fui em nenhuma rinha,nem de galos muito menos de humanos….

  7. ronald

    Deputado, quem compartilha com crime e criminisos é tao criminoso quanto eles.
    Kd a comossao de ética da Assembleia ??? Brincadeira !!!!

  8. Antonio

    Caro Décio estão apelidando o Zé Carlos da caixa de deputado CALDO KNOR, deputado isso é uma vergonha.

  9. Sérgio

    Daqui a pouco vai estar no meio de outra “quadrilha” ( não confundir com a quadrilha da assembléia ) para prestigiar os marginais que o apoiaram. Conta outra deputado.

  10. Pedro

    Diante dessa confissão dele eu sou obrigado a perguntar aqui se o Ministério Público não vai fazer nada????? QUE POUCA VERGONHA!!!!

  11. Louro José

    E O DECORO PARLAMENTAR?

  12. Jorge

    Por que vc também não divulga que mais estava por lá?

  13. RONALD

    isso é falta de assunto, já está ficando chato decio, vamos falar do iptu, do cartel dos combustiveis isso sim é importante para o bolso da população

  14. Jose Trombeta

    Caro Decio,
    Deixa Zé pra lá… Procura o que fazer

  15. Maria José

    Que contradição: o deputado da Comissão de Segurança da Assembléia estava numa rinha de galo, que todos sabem é ilegal!!!!

    Será que esse pessoal não tem vergonha na cara!!!???

    Que baixaria! Que vergonha para nós maranhanses!! Ninguém respeita nada nessa terra!!! Ainda mais essa turma do PT!!!

  16. Cláudia Silva

    Vamos deixar o deputado em paz pq isso não decola, grande coisa ir numa rinha, se é crime a maioria frequentam e como hein, mexa o pau que fede tá. Vamos atrás de matéria melhor e não essa bobagem.

  17. Fernanda Silva

    Votei no dep. Zé Carlos pela admiração pela que tenho por ele e por sua competência, e olha que de política entendo bem e possuo nível superior. Homem digno, sério e de uma sapiência incrível. Claro que sabemos que manter ou frequentar rinha de galo é crime, inquestionável, mas quantos e quantos frequentam hein. Conheço magistrados, advogados, promotores, políticos e empresários que possuem rinhas e mais rinhas e nada acontecem. Agora querer crucificar o deputado por isso é demais, é hipocrisia e falta do que noticiar. Sua moral e índole estão acima disso e como tá. Deputado, vc é mil e continuamos com vc de coração. Fernanda

  18. Fenando Crente

    Dizer que o deputado não fala com ninguém é piada até de mau gosto e das grossas hein, porque sem falar conseguiu mais de trinta mil votos pelo PT, imagina se falassem hein. Me compre um bode tá pq esse vamos juntos comer. Mas qdo contar piada desse quilate como do “Correa” acima, conte com nexo, sentido e não viaja no ridículo. Fernando Crente

  19. MATIAS

    QUE VERGONHA CADE O MP O SECRETARIO DE SEGURANÇA QUE DEVERIA FECHAR A RINHA

  20. Jorge

    Brigar galo agora é ser bandido? Tem muita gente de bem que cria galo de combate, é uma tradição no nosso pais como em muitos outros onde é legalizada.
    Faz favor, vão atras dos bandidos de verdade, esses ninguem pega, pq a policia tem medo: ladrões, traficantes, sonegadores, laranjas, etc e etc… agora pega gente de bem pq gosta de briga de galo é facil. Mais respeito com os galistas deste Brasil.

  21. ambientalista

    INFELIZMENTE TEMOS ESSE BANDO DE BANDIDO DEFENSSOR DOS ANIMAIS QUE SE FAZ PASSAR DE BONZINHOS PRA ENGANAR A POLPULAÇAO AQUI NA MINHA CIDADE TEM UM BANDO DESTES DEFENSORES DOS ANIMAIS MAS A CIDADE ESTA EMPESTIADA DE CACHORROS GATOS TODOS MORRENDO DE FOME E NEM UM DESSES DEFENSSORES E CAPAS DE CUIDAR DE DELES MAS SE VOCE DER UMTAPA NUM DESSES ANIMAIS ELES TE PROCESAM ESSES GALOS INDIOS SÃO CRIDOS SO PRA BRIGA ELES NÃO TEM NEMUMA ULTILIDADE FORA DISSO JA CRIEI ESSES BICHOS MESMO QUANDO AINDA SÃO PINTINHOS QUANDO AGALINHA MÃE COMEÇA A SEPARAR DELES SE VOCE NÃO PRENDE-LOS EM CERCADOS SEPARADOS NÃO SOBRA NEM UM DELES BRIGAM ATE A MORTE O ULTIMO QUE SOBREVIVE MORRE COM O CRANIO ESTOURADO E TODO MACHO QUE SE PRESA GOSTA DE ESPORTE DE DESPUTA QUEM SEMPRE ESTA CONTRA E ESSA BOILADA QUE TEMOS AI EM NOSSO CONGRESSO A VERGONHA DA NAÇÃO ONDE JA SE VIU PASSEATA DO ORGULHO GAY E DE MAIS PARA UMA NAÇÃO TÃO MARAVILHOSA COMO DEVERIA SER A NAÇÃO BRASILEIRA??????

  22. Regis Chang

    Senhores,

    Eco terroristas ou Ecochatos ou como a CIA ja esta os comparando aos BIN LADEN da vida. PAREM DE FALAR BESTEIRAS. Isso e uma tradicao mundial, aqui no Brasil alguns imbecis estaon querendo copiar moda americana e querem cortar o povo de suas raizes e tradicoes.
    Vcs querem aprovar o uso da maconha, o casamento gay e ainda tem coragem de falar mal de um espetaculo natural, brutal sim, MAS NATURAL. Eles vivem por ate 15 anos, QUINZE ANOS nas maos dos galistas, vcs acham pouco??? Pouco e o tempo dos frangos que vcs FALADORES comem, eles so tem 30 dias de vida.
    ACORDEM PARA A VIDA e lutem pelo PLANETA QUE TA MORRENDO.
    OS GALOS ESTAO VIVOS E VIERAO PARA SEMPRE.
    NOS SOMOS OS VERDADEIROS PROTETORES DOS GALOS COMBATENTES.

  23. paulo

    bom brigas de galoexistema milenios e tanto pobres como parlamentarres podemadmira umesporte milenar galos sao ccriados pra combate porque é extinto daraça se nao tivesse criadores naoexistiria essas aves entao aos criticos quefalmde galo pegueme criem pra vcs ve otrabalho que da vao pra amzonia preserva nossas arvores que os galo oscriador preservao o galo´de briga é ocavalode corrida do pobre vamos pensa emacaba com as droga que destroi nosso pais e deixa essa cultura prevalece nunca vaiacaba é cultura milenar

  24. paulo

    criar galos é um arte que poucos gostam pois se naoexistissem quemcriasse nem existiria mais essas ave se nem as que vcs comem no almoçopois galos de briga contribuiram pra formação dessas raça quemcriagalonao é bandid é umapessoa normal que paga impostos eve nosso pais c perde nas droga e ninguem fase nada soenche os bolso vaientende esse pasi quemcria galo cuida dos animais tem animais que durma 10 anos eles brigamporextintoquem naoconhece pesquise e crie pra ve como da trabalho experimentem antes de fala

  25. Eraldo

    Amigos, vc ja viram a matansa que fazem os donos de granja? não é uma ave? n tem o mesmo direito dos galos combatenten? e os bois? e fase falar de homes que se esmurra ate um perder? ja viram como os galos são tratados? estudem, conheçam, para poderem falar. amigo deputado lhe dou os parabéns pelo amor ao esporte.

  26. Nazarino Tancredo Knabben

    BRIGAS DE GALO E GALOS DE BRIGA: UM
    PONTO DE VISTA ALTERNATIVO.
    Professor da UFCG: Rômulo Gil de Luna
    Um ponto de vista nada mais é que a visão de um ponto, e aqui venho, com o intuito muito maior de iluminar do que persuadir aquelas pessoas cujas opiniões encontram-se tradicionalmente equivocadas pelo obscurantismo da falta de informação, não só fora das Universidades como dentro delas, no tocante a este e muitos outros assuntos. Particularmente, inquieta-me a perspectiva de ver colegas biólogos e muitos outros que se dedicam às questões ambientais, incapazes de perceber a diferença entre a realidade e a fantasia, agarrados às suas doutrinas ecologísticas e fortemente influenciados pelos atuais e irresponsáveis meios de comunicação.
    Este artigo destina-se ao público em geral e, por isto, optei por não incluir referências bibliográficas ou colocar nomes científicos após os nomes populares das espécies mencionadas no texto. Acredito que isto acabaria por provocar freqüentes e tediosas interrupções da leitura, que só se justificariam em trabalhos mais técnicos.
    Começo aqui, primeiramente, esclarecendo aos ?Amigos da Natureza? a diferença existente entre preservação e conservação, ao tempo em que procurarei informar o significado do termo manejo biológico (ou ecológico). Faz-se necessário esclarecer, aqui também, a diferença entre o ecologista e o ecólogo. O primeiro é um mero amante da Natureza, que talvez pouco ou nada conheça sobre a Ecologia. Trata-se de um militante do ecologismo, termo introduzido por Dominique Simonnet, em 1979, significando sumariamente, um movimento ideológico aparelhado com dupla visão, composto de um elemento político autônomo e de um movimento social que conduz a sociedade a valorizar seus desejos culturais e a Natureza e não somente a propriedade dos meios de produção do ?Homo economicus? moderno, ou simplesmente, trabalhador-consumidor.
    O movimento ecologista identifica-se com o naturalismo contemporâneo, procurando harmonizar a sociedade com a Natureza, a coletividade com o indivíduo e o homem com seu corpo. O adepto do ecologismo, ou seja, o ecologista ou ambientalista, distingue-se claramente do ecólogo, cientista que estuda ecologia. É próprio dos ecologistas irem às ruas, realizarem passeatas em defesa de espécies ameaçadas de extinção, que é bastante louvável, porém muitas vezes caem no exagero de querer preservar até aquelas espécies que convivem com o homem há centenas de anos, como é o caso do pombo (ao protestarem contra a prática do tiro ao pombo) e dos galos de briga em questão (por causa das rinhas de galo). O segundo, o ecólogo, é um cientista que entende ecologia. Este, entre outras atribuições, realiza trabalhos de campo e laboratoriais por vários períodos estacionais; coleta, analisa e interpreta dados de fatores ambientais (bióticos ou abióticos); avalia as interferências humanas sobre a Natureza na forma de estudos de impacto ambiental (EIA); confecciona relatórios de impacto ambiental (RIMA), antes de fazer qualquer divulgação pública. Veja como é notória a responsabilidade social deste último.
    Numa linguagem simplória, preservação nada mais é que a ação de proteção e também de isolamento de um ecossistema com a finalidade de que ele mantenha suas características naturais, por constituir-se como patrimônio ecológico de valor. Já o termo conservação, segundo a União Internacional Para a Conservação da Natureza (UICN), é definido como sendo o manejo dos recursos naturais, com proposta de obter-se a mais alta qualidade sustentável de vida humana. Dentro desta perspectiva, surge o manejo biológico que é a manipulação pelo homem dos recursos florísticos e faunísticos de um ecossistema, aplicando-lhes princípios ecológicos e respeitando as características naturais do ambiente, garantindo assim sua perpetuidade. Como exemplo, temos o corte de madeiras nobres, seguido de reflorestamento. Em se tratando de Brasil temos a criação em cativeiro de algumas espécies de animais selvagens, como o jacaré-do-papo-amarelo[2], a capivara[3], a cutia[4], os porcos-do-mato (caititus[5] e queixadas[6]) e muitas outras espécies tanto animal como vegetal. Em termos de mundo temos camelos[7], dromedários[8], renas[9], alces caribus[10], iaques[11] (uma espécie de bovino semi-selvagem), javalis[12] e muitos outros. Todas estas atividades constituem-se práticas rotineiras do manejo biológico e têm contribuído para proteção destas espécies, as quais vêm sendo ameaçadas de extinção pelo tráfico de animais silvestres (o terceiro maior tráfico do mundo), pela caça predatória e pela destruição dos habitats naturais. Este último, a destruição dos habitats, na forma de pecuária sem controle e ampliação da fronteira agrícola, talvez seja a maior ameaça à biodiversidade. O manejo biológico, portanto, nada mais é que a utilização pelo homem de espécies selvagens ou semi-selvagens (rústicas) de forma racional, trazendo benefícios mútuos ao binômio Homem-Natureza. Foi assim que se deu início ao processo de domesticação de animais e plantas que dependemos atualmente. Particularmente sou contra a caça e a captura de animais selvagens, como também do tráfico de animais selvagens, porém acredito que a maioria das pessoas que cria (não confundir com aquele que comercializa) estes animais não só os amam, como também os preservam. Os australianos, por exemplo, já resolveram o problema da extinção de seus marsupiais (cangurus[13] e coalas[14]) e de seus psitacídeos (periquitos[15], cacatuas[16]). Enquanto nossos cracídeos (jacus[17] e mutuns[18]), tinamídeos (zabelês[19], macucos[20], jaós[21], perdizes[22], inhambus[23]), columbídeos (asa branca[24], juritis[25] e diversas espécies de avoantes[26]) perecem nas nossas matas e capoeiras diante de burocracias tão típicas de órgãos regidos por legalismo positivo, freqüentemente contrários às leis da Natureza, exemplificados, entre muitos outros, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Este órgão termina por agredir os contribuintes sob o alegado pretexto de combater a agressão às brigas de galo e outras formas de agressão biológica através da aplicação de multas e detenções, ao invés de orientar e promover a conscientização social através do manejo biológico. Quem cria animais silvestres com o propósito de multiplicá-los em cativeiro para fins alimentícios, comerciais, combates ou seja qual for a razão, está contribuindo para a conservação da biodiversidade. Os órgãos de defesa da vida selvagem (IBAMA, Secretaria do Meio Ambiente, etc.) deveriam aproveitar o know how das pessoas que criam voluntariamente, unindo-se a elas, cadastrando-as e efetuando parcerias para que desta aliança possam livrar nossa biodiversidade da extinção, através da reprodução em cativeiro de animais selvagens e semi-selvangens como o galo de briga, a rolinha cascavel, o jacu, a jacutinga, o graúna, a saudosa asa branca, o canário da terra, o curió, o pintassilgo e muitas outras. É largamente conhecido na literatura que ?a conservação da biodiversidade deve ser paga?. Paradoxalmente, o que vemos são pessoas tirando de seus míseros salários consideráveis quantias para manter tais animais sob seus cuidados e proteção. Estas pessoas deveriam receber uma bolsa e orientação técnica de manejo biológico, por parte de órgãos como o IBAMA, buscando simular as condições naturais para sua procriação em cativeiro, objetivando a soltura de alguns exemplares na Natureza à medida que estes animais forem se reproduzindo. É o que atualmente está acontecendo com o curió. Nenhum criador que se preze tem interesse em criar curiós capturados na Natureza, pois, segundo estes criadores cadastrados, seus cantos não têm a qualidade daqueles que são obtidos através de cruzamentos em cativeiros. Estamos perdendo um material humano da melhor qualidade. Pessoas que fariam este trabalho com o maior prazer e dedicação, já que, mesmo vítimas de perseguição por parte das autoridades, elas continuam tentando manejar e conviver com estes animais. Contrariamente, o que estas pessoas recebem como recompensa por esta prática pioneira são multas, detenção e humilhação diante câmeras de telejornais populistas. Acredito que tais órgãos estejam tentando fazer seu trabalho conforme reza a Lei, porém, não acredito que estejam dando o melhor de si, já que é um órgão que deveria conhecer a marcante diferença existente entre preservação e conservação e assim, livrar-se desta visão equivocada. Está na hora do IBAMA e das Secretarias do Meio Ambiente de cada cidade reverem e atualizarem seus conceitos sobre a preservação (não tocar) e a conservação (manejar, procriar) de nossa biodiversidade, pois com o intuito de remediar (proteger), a cura pode acabar matando o paciente (nossa fauna). Isto quer dizer que em se acabando com as brigas de galo, estaremos acabando com os galos de briga, ou seja, estaremos sentenciando esta espécie ao seu fim biológico, pois a convivência desta espécie entre os seus membros é particularmente difícil. Existem muitos voluntários, os pequenos e grandes criadores, os galistas. Estas pessoas devem ser incluídas e não excluídas da sociedade.
    Em virtude do aumento populacional e da crescente demanda de alimentos no planeta, o homem, através da seleção artificial, vem procurando ?melhorar? geneticamente animais e plantas, no sentido de maximizar sua produção e suculência. Como exemplos, temos o frango de granja que, aos 45 dias de vida (ou menos), encontra-se em condições de abate; as vacas holandesas (grandes produtoras de leite), o gado nelore (grande produtor de carne), além de suínos, caprinos, ovinos, e muitas outras espécies, manipuladas para propósito não-alimentício, tais como os cavalos (para corrida, salto, marcha, galope, tração, poder bélico); os cães (para caça, pastoreio, guarda, briga, ornamentação) e muitas outras. Nesta prática, o homem ?criou? diversas raças de animais para atender seus caprichos e necessidades imediatas, brincando de Deus, embora, muitas vezes, não passe de mero aprendiz de feiticeiro, ao olhar numa única direção, ao criar tais linhagens, aparentemente benéficas à curto prazo e maléficas à longo prazo, pois estas raças estão passando por um processo experimental humano (seleção artificial) e não pela seleção natural. Contudo, é imprescindível que ele conserve as raças selvagens ou semi-selvagens (rústicas) para que, num futuro próximo, possa recuperar a rusticidade das raças tradicionais, perdida ao longo de cruzamentos.
    Raças rústicas como o galo de briga, o touro de arena (descendente dos antigos auroques; muito utilizados hoje em dia pelos espanhóis e mexicanos em suas arenas, devido a seu caráter agressivo, herdado de seus ancestrais), fazem parte do folclore de muitos países pelo mundo afora. Aliem-se a estes exemplos muitos outros como os porcos selvagens (caititus e queixadas), os cavalos pantaneiro (cujo casco é o único adaptado às condições de encharcamento), ou o algodão mocó (variedade arbórea e perene que até há pouco tempo era o mais cultivado no semi-árido do Nordeste brasileiro). Estas variedades são exemplos vivos de um patrimônio genético da melhor qualidade e estão sendo perdidas. Por terem passado pelo processo de seleção natural, tais variedades são altamente adaptadas às condições ambientais nas quais vivem, superando as doenças, os parasitas e até a baixa disponibilidade de nutrientes, além de outros desconfortos ecológicos nos quais seus descendentes atuais talvez não sobrevivessem. Portanto, quem cria animais rústicos está conservando a biodiversidade e cumprindo com sua cidadania, assim como sugere a Constituição Federativa do Brasil de 1988, conforme descritos nos incisos I e II do parágrafo 1o do art. 225, Capítulo VI, que trata do Meio Ambiente[27]. Nesses incisos constam que ?é obrigação do Poder Público e da coletividade prover o manejo ecológico das espécies e preservar a diversidade e a integridade do patrimônio Genético do País?.
    Quem acha a briga de galo uma crueldade, demonstra louvável sensibilidade, não devendo assisti-la. Em conseqüência, não deve, por coerência, assistir não somente a briga de galináceos como também as humanas, tais como boxe, jiu jitsu, vale-tudo, brigas de rua, até mesmo as de deputados quando se reúnem no Congresso Nacional ?para defender os interesses do povo?. Todavia, as pessoas deveriam refletir mais sobre a marcante diferença entre a crueldade, típica da espécie humana, e as outras expressões naturais de agressividade, implantadas no programa genético e etológico de cada espécie. Devem também respeitar as pessoas que gostam, pois estas estão conservando uma raça muito rústica, que o homem pode lançar mão a qualquer momento, na tentativa de melhorar a rusticidade de seus plantéis. Com isto ele economizaria remédios, vacinas, rações delicadas, além de energia elétrica que é muito exigida pelos equipamentos que simulam as condições ideais de desenvolvimento para as raças atuais mantidas em confinamento. Pensemos, desde já, na crise energética futura. Devemos lembrar que quanto mais o homem prioriza ou seleciona a suculência de um fruto ou de uma carne, mais dependente ele se torna de produtos químicos e de condições ideais de desenvolvimento e, portanto, maior será sua chance de cair em risco de extinção.
    O manejo de galos de briga gera muitos empregos diretos e indiretos (isto chama-se inclusão social) e movimenta elevadas cifras na forma de compra e venda destes animais, venda de remédios, vacinas, rações, além de petrechos artesanais e industriais de usos peculiares a estes animais de combate, tais como: bicos, biqueiras, luvas, tesouras, agulhas cirúrgicas e pequenas esporas de náilon (sem pontas). Acabando-se com as brigas de galo, estaremos também desempregando muitas pessoas (isto chama-se exclusão social) e enfraquecendo o mercado de milho, sorgo, arroz, girassol, aveia, ervilha, soja e muitos outros grãos e minerais usados no preparo da ração para estes animais.
    A Natureza é agressiva, mas não é cruel. Talvez resida aqui a marcante diferença entre a agressividade humana e a dos galináceos em questão. A primeira manifesta-se de muitas formas como, por exemplo, pelos maus tratos ou pelos prolongamentos de agonia, quando populações humanas inteiras são arrasadas pelas guerras ou quando ignoramos crianças ou pessoas idosas e cansadas mendigarem pelas ruas, como se elas naturalmente fizessem parte da paisagem. Também constituem-se expressões da agressividade humana a aplicação diferenciada da lei entre os abastados e as populações de baixa renda. Este último tem diariamente sua dignidade agredida na forma de multas, impostos e detenção; ou quando verbas públicas são desviadas de seu destino-alvo, quando deveriam ser utilizadas para diminuir o sofrimento de populações que sofrem com os rigores das secas, enchentes ou epidemias, para atender a fúteis caprichos de políticos corruptos. Aqui, sim, temos algumas das personificações da crueldade humana. Já a agressividade dos galos de briga decorre como uma forma de proteger seus meios de subsistência como, alimento, água, áreas de dormida, proteção de fêmeas e locais seguros para a nidificação e criação da prole. Este conjunto de condições ecológicas traduz-se na sua territorialidade. Animais que não conseguem manter seus territórios têm seu fitness (ou potencial reprodutivo) comprometido e, por isto, não conseguem reproduzirem-se, por isso os galos de briga são tão agressivos, principalmente quando estão no seu território (terreiro). Para ficar mais claro ainda, devo acrescentar que a agressividade aqui é como uma forma de evitar que sua população supere a capacidade de suporte de seu ambiente ao atingir grande densidade populacional, que acabaria por diminuir suas fontes de recursos. Isto lhe causaria grande prejuízo e, conseqüentemente, o levaria à competição intra-específica (que é muito mais severa que a inter-específica) configurando-se em um estado lamentável de fome, definhamento e morte. É como se a Natureza, através de suas leis biológicas, na forma da seleção natural (e sexual), seleção de habitats, exclusão competitiva e, conseqüentemente, a fuga da competição, promovessem a dispersão geográfica dessa espécie como uma forma de preveni-la das extinções provocadas pela densidade como também pelas extinções episódicas locais (enchentes, terremotos, incêndios).
    Assim, os galos de briga que outrora só existiam no Sudeste da Ásia, hoje encontram-se espalhados pelo mundo inteiro. Isto aconteceu, primeiramente, devido à dispersão natural que ocorreu como um reflexo de seu instinto agressivo. Posteriormente, graças à fascinação que este animal despertou no homem, tanto pela beleza de seu porte ereto e de suas plumas, como pela exuberância de seus combates, que mais se assemelham à execução de um balé. Estes atributos acabaram por ?enfeitiçar? o homem, o qual acabou por livrá-los da extinção, espalhando-os pelo mundo afora. Desta forma, a briga de galo na história da preservação e dispersão destes animais, em última análise, só veio favorecê-lo. Embora estes animais demonstrem, pelo menos nos primeiros vinte minutos de combate, nutrir uma espécie de prazer em agredir seus oponentes, tais combates são negativos ao nível de indivíduo (já que eles se machucarão), porém favorável à nível de espécie (pois terão seus genes imortalizadas pelo homem durante a seleção artificial).
    Para reforçar a idéia do que está sendo discutido a respeito de conservação e de manejo biológico, e que talvez poucos saibam a respeito destes animais é que, para cada galo derrotado em combate, muitas vezes já existem centenas de descendentes deste para substituí-lo. Ao contrário do que muitos pensam, o galo de briga não é induzido a brigar. Dependendo das condições em que vivem, seus filhotes começam a brigar desde cedo, ainda quando são pintinhos, mesmo sendo irmãos. Foi observado que, ao contrário de outros animais, estes não travam combates sangrentos apenas em defesa de suas fêmeas ou de seu território, mas também pelo simples prazer de combater. Isto é facilmente comprovado quando, por exemplo, durante um torneio de brigas de galo, são reunidos em um determinado local, centenas de galos de várias cidades do país. Já que estão em um território neutro, por que e para que então eles lutam até se esgotarem? O que eles ganhariam com isto? Foi observado também que, quando privados dos combates por alguns dias, os galos de briga ficam muito agitados. Cantam, fazem ?roda? para si mesmos e batem as asas em demasia, como se estivessem lançando desafios aos outros da vizinhança. Dizem os criadores que quando estão se comportando desta maneira é sinal de que estão com muito ?fogo? (vontade de brigar). Como seu canto é único, só sendo entendido por um outro animal da mesma espécie, ele informa: ?sou um macho da espécie Gallus domesticus, em condições de reprodução, preparado hormonalmente para acasalar e constituir família. Tenho um território e algumas fêmeas. Quem por aí achar que pode tomar o que é meu, apareça e me enfrente?. Para as galinhas, que estão nos arredores, esta mensagem contida no seu canto invade seus cérebros e age como uma droga, seduzindo-as ou manipulando-as. De fato as galinhas respondem eufóricas a esta mensagem emitindo cantos peculiares, quando receptivas ao acasalamento. Já para os galos da vizinhança, a mensagem emitida trata-se de um desafio ou uma advertência de que aquele território já tem dono. Nas cidades interioranas, não é muito raro ver vizinhos discutirem por causa de galos de briga que, ao invadir o território (terreiro) do outro, matou ou baniu o outro dali. Por esta razão não se pode criar mais de um galo no mesmo território, a não ser presos. Os galos de briga não se suportam e, por esta razão, os criadores têm que desembolsar uma considerável soma em dinheiro para construir ?apartamentos? individuais para mantê-los isolados uns dos outros. Cada apartamento consiste de aproximadamente um metro cúbico. Alguns criadores podem ter mais de quinhentos galos e, portanto, quinhentas dessas acomodações, o que vem tornar este esporte muito caro para estas pessoas.
    A intriga entre os galos é coisa muito antiga, é algo inteiramente natural que foi herdada de seus ancestrais. O homem não tem nada a ver com isto, a não ser ter preservado este instinto através dos tempos. Já que é um fenômeno natural, não deve ser proibido, pois não se deve bloquear um instinto ou qualquer forma de sentimento. Querer proibir as brigas de galo, é querer também proibir a Natureza de seguir seu rumo. Nenhum boi, jumento, cavalo ou mula escolhe ser escravizado pelo homem e trabalhar pesado carregando lenha, água ou puxando arado, porém dois galos preferem brigar a corteja as dezenas de galinhas que se encontram no mesmo terreiro. A propósito, vale a pena aqui parodiar o pensamento de Bacon, segundo o qual, a Natureza obedece apenas a si mesma e, por extensão àqueles que a ela obedecem. Inevitavelmente ela pune quem a contraria e violenta. O castigo pode tardar, mas nunca falha. Ela destrói represas que foram erguidas em oposição a seus princípios, trocando aqueles da hidrodinâmica pelos da hidrostática. Faz ruir prédios que foram edificados fora das leis da estática. A Natureza é muito mais forte do que a cultura e seus caprichos.
    As leis da Natureza são irrevogáveis, ao contrário daquelas criadas por legisladores mortais e impostas por fiscais, alguns policiais e outros algozes do povo. Os ?Amantes da Natureza?, portanto, devem volver seus olhos para aquelas espécies ameaçadas de extinção, pois a espécie em questão está muito bem protegida. Idéias de querer proibir as brigas de galo por achar crueldade nisto, é hipocrisia, pois a maioria das pessoas é capaz de puxar o pescoço de um frango para dele se alimentar. Não consigo ver nenhuma diferença em se comer um galo que foi morto por uma pessoa ou que foi morto por outro galo. Por mais bem tratado que possa parecer um boi, um porco, um cordeiro ou um galo de briga, no dia de sua execução irá parecer crueldade, porém eu lanço um desafio a qualquer ?amante da Natureza? a avaliar o que lhe parecerá maior crueldade, um torneio de brigas de galo ou um dia de abate de porcos e bois, em que estes animais recebem choque elétricos nas nádegas enquanto caminham no corredor da morte em direção ao seu fim biológico. Eu respondo-lhes, as brigas de galo parecerão coisas de criancinhas. A propósito, alguém já viu em algum telejornal o abate de animais domésticos? Alguém já viu o sangue jorrar pelo chão enquanto os corpos dos animais são içados e esquartejados enquanto suas vísceras rolam pelo chão? Se depois desta cena você continuar ainda a consumir carne, meus parabéns, pois você realmente não tem a menor inclinação para o vegetarianismo. Se continuar achando que as brigas de galo ainda são violentas demais quando comparadas a tal espetáculo agourento, meus parabéns, pois você mente muito bem e tais mentiras parecem não ter limites.
    Enquanto num torneio de brigas de galo, realizado durante três dias consecutivos, o número de óbitos durante os combates, não chega a 20 (vinte) indivíduos. Já num abatedouro de frangos, de porte médio, o número de óbitos é da ordem de 15 mil frangos em um único dia. Ao contrário dos galos de briga, estes frangos não tiveram nenhuma chance de lutar pelas suas vidas. E nós bem sabemos que todos têm o direito à vida e o dever de lutar por ela, pois é o bem mais caro de qualquer ser vivo. O que a imensa maioria das pessoas pensa a respeito das brigas de galos, e talvez isto seja reflexo de uma mídia irresponsável e populista, é que os galos são submetidos a combates sangrentos freqüentemente, que não é verdade. Se assim o fosse, seria realmente maltrato a estes nobres animais. Ora, cada galo pode custar entre cem e dez mil reais e isto é razão suficiente para não maltratar não só o animal, como também o próprio bolso. Na verdade, após completar um ano de idade, os galos começam a ser preparados para um possível combate. Eles são exercitados diariamente por um funcionário (tratador) e recebem uma simulação de combate com outro galo semanalmente (ambos com protetores de borracha apropriados). Todos os dias eles recebem banhos de sol, são levemente escovados, banhados, bem alimentados e abrigados da chuva e do vento durante a noite, para que finalmente, se tudo der certo, possa fazer um ou três combates durante o ano, com um adversário de mesmo peso e tamanho, de modo que o combate seja o mais justo e leal possíveis e evite esforços desnecessários aos animais.
    Durante os combates existe um juiz que aplica imparcialmente uma espécie de regulamento. Um dos mais notáveis critérios para que um galo seja considerado derrotado é permanecer por alguns segundos fora de si, uma situação conhecida no boxe como ?grog?. Quando isto acontece, o juiz entra na rinha e retira a ave que está em desvantagem e o entrega gentilmente a seu dono, muitas vezes contra a vontade do dono e daqueles que apostaram neste galo. Porém, o juiz é bastante categórico e se defende dizendo que ?o regulamento foi feito para proteger a ave e não os interesses egoístas de apostadores?. Assim, raramente um animal morre em combate. Este é o modo pelo qual as populações de baixa renda encontram diversão no fim de semana. ?É o jokey club dos pobres?, como certa vez afirmou Machado de Assis. No entanto, na moderna sociedade capitalista em que vivemos, é tristemente sintomático constatar que, do pouco pão e circo disponíveis para as populações de baixa renda, há grandes interesses das autoridades em subtraí-los.
    Muitas pessoas se perguntam como é que alguém pode gostar de um esporte como este. Um esporte no qual dois animais disparam golpes um contra o outro até que um seja eleito o vencedor. Muitos se defendem afirmando que é simplesmente uma questão de gosto. É bom lembrar que o homem nutre este tipo de paixão há séculos. Desde a Grécia antiga, quando os gregos inventaram as lutas entre gladiadores (gladus: espada). As espadas utilizadas eram de madeira e não implicava em combates mortais. Porém, foram os romanos que banalizaram este esporte para nutrir a crueldade de imperadores e divertir multidões. Portanto, é desde a Roma antiga até o moderno boxe, o vale tudo e a tradicional briga de rua, que muitas pessoas se sentem atraídas por este tipo de situação. Arthur Schopenhauer certa vez disse ?não conhecemos nenhuma partida mais séria do que aquela na qual a vida e a morte são os jogadores: toda decisão sobre a sorte desta partida é aguardada por nós com extrema tensão de espírito, com o maior interesse e o maior temor, pois, a nossos olhos, vale a pena esperar a decisão de quem vive ou quem morre?. A prova disto está largamente registrada nos nossos livros de história. Houve um tempo em que pessoas iam às praças para assistirem outras serem enforcadas, fuziladas, guilhotinadas, queimadas e empaladas. Não há espetáculo mais medonho do que uma execução, seja de um homem, de uma árvore, de um touro, de um cão ou de um galo. Gostando ou não existe em cada um de nós uma espécie de atração agourenta por estes episódios. Parece fazer parte da natureza de muitas pessoas. Para o biólogo e astrônomo Carl Sagan, um dos maiores divulgadores da ciência moderna, tudo isto ?são sombras de antepassados esquecidos que ainda se manifestam em cada um de nós?, ou seja, são resquícios de nossa natureza reptiliana, impressa no nosso complexo-R (estrutura mais interna do nosso cérebro que foi herdada dos répteis), responsável por nossa natureza territorialista, ritualista, agressiva, solitária, auto-afirmativa e cruel. Portanto, digníssimas autoridades, talvez o inimigo comum dentro de cada um de nós seja forte demais para ser reprimido ou destruído por um simples decreto.
    P.S.: Segundo o biólogo (Especialista em Ornitologia e Primatologia), Dr. Aldemar Coimbra Filho (UFRJ), conhecido no Brasil e no Mundo, ao visitar João Pessoa e contemplar professores e alunos com uma palestra sobre Biodiversidade e Pesquisa Científica, apresentada no auditório do Departamento de Sistemática e Ecologia (DSE/CCEN/UFPB), a briga de galo não deve ser proibida, garantindo que, quem cria tais raças, está conservando e muito a biodiversidade. Segundo ele, o biólogo que pensar o contrário, seja por razões sentimentais ou qualquer outra, é um falso biólogo, não sendo digno deste título. Comentou ainda que ao visitar a Inglaterra, ficou indignado com a atitude daquele povo. Disse ele que, naquele país a briga de galo é proibida por lei, no entanto, a falcoaria (criação de falcões para caça) e a caça à raposa eram promovidas. Desta forma, concluiu que o povo inglês é extremamente hipócrita, pois quando dois galos estão brigando é por razões naturais, porém quando uma raposa foge das mordidas de cães ou tiros de espingarda é porque não lhe foi oferecida outra opção de sobrevivência.
    [1] Professor de Ecologia, Agroecologia, Recursos Naturais Renováveis e Biologia Geral da Universidade Federal de Campina Grande
    [2] Caiman latirostris
    [3] Hydrochaeris hydrochaeris
    [4] Dasyprocta aguti e Dasyprocta prymnolopha
    [5] Tayassu tajacu
    [6] Tayassu pecari
    [7] Camelus bactrianus
    [8] Camelus dromedarius
    [9] Rangifer tarandus-caribou
    [10] Rangifer tarandus-caribou
    [11] Bos grunniens
    [12] Susscrofa scrofa
    [13] Macropus rufogriseus e outros
    [14] Phascolarctos cinereus
    [15] Melopsittacus undulatus
    [16] Cacatua molusccensis e outras
    [17] Penelope ochrogaster e outras
    [18] Crax fasciolata e outos
    [19] Crypturellus noctivagus
    [20] Tinamus solitarius
    [21] Crypturellus undulatus
    [22] Rhynchotus rufescens
    [23] Crypturellus tataupa e outras
    [24] Columba picazuro
    [25] Leptotila verreaux e outrasi
    [26] Zenaida auriculata
    [27] Constituição Federal de 1988, Capítulo VI, Do Meio Ambiente
    Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.
    § 1o Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público:
    I – preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas;
    II – preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético;

  27. Nazarino Tancredo Knabben

    Polícia apreende mil aves em sítio no RS

    Galos de rinha eram criados no local, onde havia um pequeno ringue.
    Animais foram encaminhados para escola agrícola em Taquari.

    Do G1, em São Paulo, com informações da RBS TV

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    Foto: Caco Konzen/Zero Hora/Agência RBS
    Polícia apreendeu 800 animais usados em rinha de galo (Foto: Caco Konzen/Zero Hora/Agência RBS)
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    A polícia descobriu nesta quinta-feira (2) um sítio onde eram criados galos de rinha em Taquari (RS). Cerca de 200 galinhas e 800 galos foram aprendidos no local, onde havia um pequeno ringue.

    Foram encontrados também DVDs com imagens de lutas entre os animais e notas que comprovam a venda de galos para outros estados e países vizinhos, como Paraguai e Uruguai.

    Três pessoas e o proprietário do sítio foram autuados e vão responder por maus-tratos contra animais. Os galos foram encaminhados para uma escola agrícola de Taquari

  28. joao

    queria que esse deputado fosse de pernambuco para eu votar nele valeu deputado , briga de galo é um esporte,e eu adoro, a sociedade que é preconceituosa voces comem galinha abatida brutalmente com 40 dias e vem criticar briga de galos onde as aves na sua maioria vivem uns 8 anos em media,somos preservadores.

  29. José Carlos

    Toda esta polemica e discução gerada em torno das rinhas de galo só servem para desviar a atenção da população de modo geral , dos desmandos e masélas e corrupição, de assuntos sérios dos três poderes, tem gente morrendo ainda em filas de hospitais , desvio de dinheiro publico etc… Vejão se eles fariam uma lei que os proibissem de exercer outra função além da carreira publica ” Politico “,já que se institucionalizou a carreira de politico ou se eles moralizarião e acabarião com as aposentadorias cumulativas, tem politico que recebe 05 aposentadorias vitalicias que podem ser passadas até para filhos desde que não se casem , uma aposentadoria por ter sido dir. da Itaupú binacional, outras por terem sidos governadores e assim por diante depois vem a publico dizerem que a Previdência esta falida,, tbem,hahahahahaha!!!! ,e não podem dar aos aposentados um almento que lhes é de direito , contribuiram uma vida toda e ajudaram a contruir este pais.
    Bando de toscos e hipócritas, sem entendimento, galos combatentes não são obrigados a combaterem entre si, o fazem por sua natureza e extinto e não são obrigados a combaterem até a morte , tem regras muito bem definidas, peso ,altura, etc…
    Alguns ambientalistas estupidos e hipócritas caem em contradição, levantão a bandeira do protecionismo e preservação a vida animal , contra as brigas de galo, mas se calão diante do desmando e contracensso do ministério publico “JUIZES e IBAMA” que mandão eliminar os galos combatentes de forma cruel e desumana, afagando como fatos já relatados na midia (NET), ai nenhum destes que se dizem protetores dos animais abrem suas bocas sujas e hipócritas em defesa dos galos de briga. Quanto aos relatos de que são subemetidos a seções de tortura nos treinamentos é mentira da grossa, são treinados sim,para que cheguem em condições de igualdade aos seu oponentes e são utilizão protetores especiais pra não se ferirem, com regras e igualdede de condições.
    Que podem eles contra a sanha e ignorância dos que detem o poder em suas mãos mas não tem a compreenção e agem como tiranos e mandão eliminarem estas aves sem defesa contra os desmandos destes, Quem as defenderão, verdadeiramente?????

  30. rj

    IBAMA A BRIGA MAIS SAGRENTA ESTA EM BRASILIA, É A DOS POLITICOS PELOS NOSSOS IMPOSTOS , VAI LA E PRENDE ELES QUERO VER A COLRAGEM DE VOCES .
    ISTO QUE É O VERDFADEIRO MAUS TRATOS A POPULAÇAO BRASILEIRA

  31. Junior - Pb

    sinto muito, gostaria que os outros que crião e sabem que isto não passa de um esporte, dão descupas esfarapadas para não falarem a verdade sou GALISTA, e se juntar aos outros em prou da libaração, pois pra mim crime maior ja que estes outros se dizem protetores e querem aniquilar uma especie milenar chamados de galos de briga, deveriam ser chamdos de Hitler da vida, lembrem-se protetores seres vivos estão vivos para algun proposito na vida um deles é brigar e existe outros propositos para eles aqui na terra só não serem aniquilados como vcs fazer, dizem que võa soltar e as vezes mandam matar para da em instituições para se livrarem da culpa, ou seja ocultar o verdadeiro crime e criminoso, briga de galo é cultura esta na contituição em um pais como o nosso tão grande com tantos sotaques crenças e diferentes religiões temos a nossa origem que vem desdo o perio pre-colonial, uma criação que tem mais de mil anose só agora voces vem com essa, briga de galo, vaqueijada carvalhada rodeio são nõssa cultura.

    Abraço Junior – Pb

  32. Oivrés

    Estamos em tempos de legalizações. Já legalizamos a união homo-afetiva, já,já, legalizam a maconha, o MMA (vale tudo) já é fato. Uma enorme parcela da “classe c” já é “classe média” legal(2º IBGE). Não vejo problema em legalizar, regulamentar, cobrar os devidos impostos e fiscalizar essa nova parcela de mercado comercial que certamente ira surgir forte.
    Abraço
    Oivrés – PA

  33. Black Ninja

    Decio, diga ao seu amigo que entrou filmar escondido uma luta de galos combatentes, pra ele filmar a roubalheira nas prefeituras do Brasil, filmar os acordos politicos, filmar a matanca dos galos aprendidos e jogadosvivos, pros jacares. Porque ele nao e tao corajoso de filmar isso.
    Te digo pq, porque ele e um covarde e sabe que estes outros nao sao dignos iguais aos criadores de aves combatentes

  34. diego

    briga de galo é uma cultura meus amigos é isso ai deputado é isso ai tem q prestigiar mesmo e regularizar isso valeu deputado…

  35. RonaldoC

    Leiam as palavras de um verdadeiro ambientalista.

    Em defesa do esporão

    Um conservacionista a favor da briga de galo

    por Ricardo Cabral

    Adelmar Faria Coimbra Filho, de 86 anos, se levanta todos os dias à mesma hora e logo se tranca em seu escritório, no quarto dos fundos de sua casa, na Gávea, para estudar. Funcionário público aposentado, ele é um dos grandes nomes do conservacionismo nacional. Na década de 70, participou do repovoamento do Parque Nacional da Tijuca. Lá, soltou quase mil animais, entre arapongas, macucos, juritis e cotias nos 3 360 hectares de floresta tropical incrustados no Rio. Com mais de 200 livros e artigos científicos publicados, ele também chamou a atenção para o risco de extinção do mico-leão-dourado.

    Adelmar Coimbra contou que está terminando um livro sobre briga de galo. Era razoável presumir que Coimbra, ambientalista que é, passaria os próximos minutos expondo argumentos contra os que se comprazem em ver os galos sofrerem. Engano: o biólogo defende a legalização da briga de galo.

    O livro vai se chamar Em Defesa do Galismo, e será uma crítica aos magistrados que, segundo ele, julgam sem saber o que estão julgando, porque não podem julgar um animal que briga porque quer. ?Vou desmoralizar a Justiça brasileira?, promete. Explicou que a luta entre os galos é absolutamente natural. ?Deus colocou esporão em galo para quê? É um crime idiota!?, disse. O esporão, a ?arma? do galo, é uma protuberância que fica na perna do bicho, um pouco acima dos pés, e que, dependendo da força com que atinge um homem, pode perfurar seu braço.

    Coimbra diz que a briga foi proibida no Brasil ?por um bando de cretinos?, amparados pelo ?sentimentalismo doentio? de toda uma população que, sem saber, está arrasando uma tradição milenar da cultura oriental. Orgulhoso, exibe um painel japonês de pintura zen que fica pendurado ao final do corredor que leva ao seu escritório: duas aves robustas se engalfinham, congeladas em uma cena épica. Espalhadas pela casa, compõem a decoração várias estatuetas de galos de briga ? ou, como ele prefere chamar, ?galos combatentes?.

    Coimbra é cearense, mas mudou-se para o Rio aos 12 anos. Desde pequeno é fã de brigas de galo. Criador dos bichos até que Jânio Quadros decretasse a criminalização, em 1961, seus olhos brilham ao se lembrar da bravura de seus galos, cuja raça, Asil Rajah Murgh, ?tem mais de 3 mil anos de evolução?. Na parede da sala, ele pendurou uma lembrança dos tempos de bonança: um quadro, pintado por ele mesmo em óleo sobre tela, com um exemplar das aves que criava em parceria com o empresário Arnaldo Ferreira Leal. De penugem negra, olhos arregalados e esporões pontiagudos sobre um fundo vermelho-sangue, o galo parece raivoso, como se estivesse prestes a começar uma batalha feroz. Da viagem que fez certa vez ao Japão, trouxe uma meia dúzia de ovos fecundados de primeira estirpe, que criou na mansão do amigo no bairro de Laranjeiras. Entristecido, ele rememora que o melhor dos galos, porém, foi levado ainda novo debaixo dos braços de um caseiro, que nunca mais apareceu.

    Para alavancar o livro, Coimbra preparou também uma palestra, que pretende levar para onde quer que o convidem. Arrastando o mouse sem muita desenvoltura, exibiu a apresentação que preparou no computador: mais de 100 slides com fotos, mapas e gráficos sobre as brigas de galo. Ainda não proferiu a conferência nenhuma vez, mas se inspira em galistas célebres para seguir com sua jornada épica, como os ex-presidentes dos Estados Unidos Abraham Lincoln e George Washington, o empresário Assis Chateaubriand e Tancredo Neves. ?Só gente decente!?, exaltou-se. ?Como dizer então que briga de galo é coisa de mau-caráter? Quem fala uma besteira dessas é porque não sabe nada.?

  36. Fernando

    vejo acima algumas opiniões decentes e inteligentes de pessoas que conhecem a natureza ( Homem/animais), nossas autoridades deveriam entender primeiro a natureza das coisas para legislar, a população conhecimento para opinar. Estamos decretando a extinção de uma espécie por ignorância e por conivência com um sistema que decretou uma lei que não pegou e que vai de encontro ao meio ambiente e conservação ambiental.Muito bem esclarecida pelo professor da UFCG, Romulo Gil e Biologo Coimbra. IBAMA, enquanto estiverem destinando ao sacrifico os galos apreendidos, estão sim, demonstrando uma total falta de preparo para preservação da natureza.

  37. jose maria

    para ser onesto . vou falar o brasileiro e um animal disocupado e sem propriedade no que fala pos quando . um politico e pego com dinheiro na cueca. mensalao.caixa dois. fraudes e mas fraudes as pessoas nao fasem comentarios. nao dao importancia ao aumento do salaio desses caras. nem ao minimo.eles querem e esse tipo de pessoas que olhem para animais . as grandes coisas nos fechamos os olhos . nao vejo um comentario a respeito da brindagem do paloci. briga de galo so acaba quando acaba com o galo de briga .

  38. roney

    exelencia, parabens pelo seu bom gosto.Estes que se dizem protetores do s animais ,pegam os galos de briga e os sacrificam,deveria ser proibido acastração, sou galista e prefiro brigar a ser castrado.No Brasil os maconheiros fazem passeatas, os galistas se calam não sei o porque.A Amazonia esta sendo destruida e ninguem se atreve a ir la, e se forem não voltarao vivos.SE vier como candidato aprsidente da republica meu voto sera de v. ex. Felicidade e susseços

  39. francivaldo moraes

    é uma pena que pessoas que não tem nenhum CONHECIMETO DE COMO É UMA CRIAÇÃO DE GALO POSTE OPINIÃO DESBALIZADAS, SE NÃO VEJAMOS, AS PULSEIRAS ENTÃO usadas são na verdade para identificar o local onde irá assistir o espetaculo, exemplo pulseira verde cadeira, pulseira azul arquibancada,
    fica claro em um pequeno detalhe desse que antes de dar qualquer opinião sobre esse esporte é preciso conhecer para ai sim dizer porque é contra,.
    muitos pais de familha hoje estão perdendo seus empregos por conta de um perseguição exagerada, DEPUTADO ESTOU COM VÇ, lute com a bancada federal pela a legalização já exite PL 4340/04 na CAM.DEP

  40. Marco Tulio

    É um absurdo o país onde vivemos. Marcha para maconha pode; novelas que mostram e induzem ações que vão contra nossas normas culturais também podem; Acho sim que a legalização de briga de galos deveria acontecer já!!! tvz bem organizada com normas pre estabelecidas seria mais uma fonte de emprego para os criadores, fonte de venda para produtores de rações etc… acho que todos devem continuar insistindo em legalizar..ou dar uma contra partida num bando de babozeira que é legal..

  41. samuka

    Vale tudo pode, rodeio pode, a polícia corrupta pode, vai procurar o que fazer bandidos fantaziados de ambientalistas que ficam procurando ongs para se esconder a sua propria cara…………. PODE.;

  42. samuka

    MUITO BEM ,marco……NUNCA VOU PARAR DE CRIAR MEUS GALOS PODE TER CERTEZA POR QUE APRENDI COM MEUS ANCESTRAIS.

  43. josé

    parabéns deputado, vem pra mg que vc vai ter muito mais votos, num precisa dizer que só foi lá visitar seus amigos não, pode encarar esses vagabundos que não tem o que fazer pra dar ibope, e dizem ser protetores. abçs aos amigos galistas. e não parem de criar.

  44. abspeed

    briga de galo e um sporte milenar onde as aves são tratados como atletas o mais bem tratados posivel

  45. JONESA

    Parabéns deputado, não vejo que a sua participação em rinha de galo, venha denegrir a sua imagem, infelizmente não sou de seu estado, pois se fosse na próxima eleição teria mais um cabo eleitoral de seu lado, vamos junto e com força liberaremos as rinhas de galo, chega de Galofobia.

  46. alcemar

    Quero só deixar meus parabens a esse deputado…não pare deputado briga para não deixar esses cretinos acabar com nossos galos…va enfrente…Um abraço

  47. José

    Parabns! deputado Não cale esta boca por conta de uma midea preconceitoosa e desenformada, ao contrario abra a sua boca no congresso para á aprovação e liberação da briga de galo. E que pena que vc é do Maranhão pois se vc fosse Sergipano votaria em vc, Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale Não se cale .

  48. Paulo

    Pessoal vamos procurar o que fazer, vamos nas bocas de fumo de todo pais e acabar com o trafico de drogas, em vez de ficar indo atras de coisas que sempre vão existir pois faz parte da nossa cultura.
    Voces tem por uma coisa na cabeça os galos brigam pelo seu instinto, por isso ja o seu nome galo de briga,essas aves após os 9 meses os macchos não conseguem ficar juntos, pois os memos brigam ate morrer .
    Vamos parar com isso ,deixem os galistas em paz , preservando essa raça , pois sem eles elas vão ser extinguidas.

  49. Eduardo Goiano

    Boa noite a todos que visitam esta pagina e buscam nela um pouco mais de informação, primeiramente penso que tau pratica em questão que se chama galismo se trata de uma questão cultural já que se olharmos para traz veremos que ate mesmo em nossa família ha ou já houve alguém que mexeu com galos combatentes, depois em uma grande maioria que critica a briga de galo nem se quer sabe o que e este esporte animal milenar, dizem que e maus tratos mas maus tratos e vc ir em uma casa de ração ou avicultura e ver em gaiolas minusculas animais apertados e mau alimentados mas ai ninguém vai la falar nada por que aqueles que são responsáveis por aqueles animais pagam impostos e geram renda para o governo, em uma granja a galinhas são acondicionadas em minusculas gaiolas onde não podem nem se quer mexer direito com uma luz ligada 24 horas para que assim a custa de muita ração de postura elas botem ate se esgotarem sendo que sua vida chega no máximo a 12 meses mas isso não configura maus tratos não e mesmo? Então penso que ao invés de se preocuparem com o deputado em questão e com as brigas de galos deveriamos olhar e lutar como esses guerreiros de pena para impedir o desmatamento da amazônia que isso sim nos causa grande prejuizo e com isso milhares de animais sofrem não so com os maus tratos mas com o serio problema da extinção isso sim seria defender os animais de verdade!

  50. Eduardo Goiano

    Boa noite a todos que visitam esta pagina e buscam nela um pouco mais de informação, primeiramente penso que tau pratica em questão que se chama galismo se trata de uma questão cultural já que se olharmos para traz veremos que ate mesmo em nossa família ha ou já houve alguém que mexeu com galos combatentes, depois em uma grande maioria que critica a briga de galo nem se quer sabe o que e este esporte animal milenar, dizem que e maus tratos mas maus tratos e vc ir em uma casa de ração ou avicultura e ver em gaiolas minusculas animais apertados e mau alimentados mas ai ninguém vai la falar nada por que aqueles que são responsáveis por aqueles animais pagam impostos e geram renda para o governo, em uma granja a galinhas são acondicionadas em minusculas gaiolas onde não podem nem se quer mexer direito com uma luz ligada 24 horas para que assim a custa de muita ração de postura elas botem ate se esgotarem sendo que sua vida chega no máximo a 12 meses mas isso não configura maus tratos não e mesmo? Então penso que ao invés de se preocuparem com o deputado em questão e com as brigas de galos deveriamos olhar e lutar como esses guerreiros de pena para impedir o desmatamento da amazônia que isso sim nos causa grande prejuizo e com isso milhares de animais sofrem não so com os maus tratos mas com o serio problema da extinção isso sim seria defender os animais de verdade! Pois quando estes que se denominam protetores dos animais precisam de realmente proteger os animais que são milhares nas grandes metropolis eles nem se quer aparecem.

  51. Carlos

    Boa noite a todos os galistas, e preservadores de uma espécie ímpar!
    Quanta ignorância, o autor da reportagem diz entre outras coisas que o protetor do bico do galo (a biqueira de metal) é para potencializar o ferimento no galo adverssário, na verdade a biqueira de metal serve para que o galo se defenda de uma esporada no bico, caso isso aconteça ele não se quebrará, funciona como um colete ou protetor.
    Francamente….antes de escreverem uma reportagem dessas o jornalista tinha que primeiro se informar e não dizer uma barbaridade dessas entre outras.
    Até mais amigos do galismo!!!
    Juntos até os nossos últimos dias na Terra!!!!

  52. Genésio siqueira

    Está certo o deputado em apoiar os abnegados criadores do galo combatente , pois a raça de galos de briga não pode ser extinta , muitos hipócritas e falsos moralistas querem a todo o custo a extinção do galo de briga .

    O Brasil precisa de deputados como José Carlos , que lutem pela preservação de espécie animal .

  53. Paulo Sergio

    NAZARINO – voce sabe o que foi feito com os animais apreendidos ? se não sebe le digo foram mortos e jogados em lixoes para apodrecerem, se voce não viu olhe as fotos postadas na internete, eu acho que pode ser crime a briga de galo mas na lei não diz nada sobre rinhas, o que a lei preve e maus tratos, e isso e o que ta sendo feito com os animais aprrendidos, voce pode ver em outras fotos de apreensão eles com as patas amarradas e jogados no chão de um citio pois não podem ficar soltos porque brigam, essa e a natureza deles, e segundo diz a reportagem que aós 2 dias ja haviam morrido varios deles, provavelmente de fome e sede, agora eu lhe pergunto isso também não são maos tratos ?

  54. Afonso de Aguiar Bello

    O Brasil precisa de deputados que sejam verdadeiramente ambientalistas e não deputados que se vendem aos interesses dos estrangeiros que querem a extinção da raça . da ave combatente.

    Quem defende e protege os galos de brigas da extinção são os verdadeiros ecologistas , como é o caso desse nobre deputado José Carlos .
    Detesto brigas de galos , mas apoio integralmente ao abnegado deputado que luta pela preservação de uma espécie animal .

  55. Marcos de Paula Dias

    Cara na verdade as opniões se divergem, cada abeça é um mundo, eu particulamente respeito o ponto de vista de cada cidadão.

  56. luismar

    É isso aí deputado vc deve ir sim e mostrar seu interesse pela cultura do povo!!!Os préa gostando ou nao.

  57. kaio santos

    O certo é a liberação dessas lutas, pois é uma coisa milenar que ja vem de varias gerações, os ambientalistas também tem que lembrar que sem os criadores esse animais entraram em estinção.. galosmo ñ é crime..

  58. ademir

    boa tarde, nao gosto de briga de galos, mas tambem nao tenho nada contrar , por conhecer a fundo o instinto desta especie de aves, acho que quem fala contra esta pratica e gente que nao tem nemum cochecimento destas aves , e geralmete sao ipócitas
    duvido que eles nao comem carne de aves, ja trab alhei em frigorificos ja fui criador da aves de corte, tenho certeza que que um galo de briga e muito mais bem cuidado do que um pintinho que
    e morto com 45 dias de vida e este pessoal que fala sem conhecimento de aves combatentes, comem a carne dles, e condena que cria aves de combante , que chegam a viver ate 12 anos, gostaria de fazer uma pergunta quem e mais criminoso quem mata um pintinho de 45 dias e come a carne dele ou quem cuida de um galo que pode viver ate 12 anos? tenho certeza que se as aves teria a opurtunidade de escolher , em ser uma ave de combate ou de ser um franguio de corte escoheria pra ser uma aves de combate

  59. Wilson Bomfim

    É gratificante ouvir a voz do povo ,gente de todos os lugares, de todo nivel cultural, se posicionando em favor das tradições do pais.
    O Brasil ja abriu os olhos ,ja briga com convicção pela liberação dos combates de galos.
    Onde estão os legisladores que não ouve a voz do povo ?
    Porque não acabam de uma vez com esta farsa dos eco-chatos, regulamentando o direito dos galos combatentes existirem ?
    Parabens ao nobre deputado !

  60. ajs

    apoio o deputado, porque homens e mulheres podem sangrar em ringues em tatame e sei mas lá o que e os galos que nasceram com esse extinto não? ha casos que lutadores de vale tudo saem seriamente ferido e pode. se eh por falta de pagamento de imposto, é só criar que pagamos.

  61. Gomo

    a maioria desses ambientalistas e algumas autoridades não conhecem a raça, mas quem conhece a raça sabe, desde pintinhos esses galos de briga ja são rivais entre si mesmo sem ninguém colocar, esse é o instindo da raça….. e outra a briga de galo é um esporte milenar, e pra muitas pessoas serve pra distrair ou esquecer alguns problemas do dia…eu acho bonito um galo de briga, quando fico estressado e com a pressão alta, entro no youtube pra ver esses galos, pois o esporte é bonito e me deixa aliviado…. e pra mim num vejo nada d+ em liberar as brigas… Acho que nesse momento a polícia e as demais autoridades deveriam se preocupar com o nível da educação, o saneamento.. com os desvios de verbas, e deixar os galistas de mão, até pq tem muito galista que sustenta a família com isso. e aí, vc tira o galista que não ta fazendo mal a ninguém, aí ele não tem como se sustentar e começa a roubar e traficar…. isso sim é preocupante, então acho q seria bem interresante cobrar impostos sobre as rinhas, pq entraria uma verba a mais pro estado, do que esses rinheiros ficarem sem emprego e começarem a roubar…

  62. galo

    Penso eu, que se ele começe aquelas menininhas que ficam nas estradas esperando para ganhar um dinheirinho ai ele não seria tão mal falado, como foi a um lugar de gosto dele. Ai ele é maltratado e pesotiado pelo povo, e cadê os grandes ladrões que roubam nosso dinheiro? desses vcs ñ falam? galo foi feito pra nos comer não interesa como é morto tem que ir pra panela esse é o destino deles certo? entenderam povo brasileiro, o melhor, maricas que não tem corragem de matar uma gainha kaakakakak eu dou risada desses marikas.

  63. ivan

    Galo combatente, galo de briga o nome já diz tudo, para quem não os conhece direito eu proponho uma experiencia pegue um casal desses e tente criar seus filhos juntos, vai sobrar só um, mesmo assim, todo defeituoso por conta das brigas com os irmãos.

  64. Ricardo galista

    rapaz deixem o cara em paz não conheço ele mais vejo que vcs não tem do que o acusar e ficam falando besteira vcs ambientalistas numca vão acabar com o galismo ,a vida voa irmãos gastem suas vidas se preoculpando com seu proximo vão passar um mês com as crianças lá na africa ou aqui no sertão tem muita gente sofrendo e vcs ai se martirizando com Galos animal que Deus criou para ser comido e criou com esse estinto nós apenas apreciamos o que eles fazem de melhor vcs não gostão de novelinha ,de ver o jornalzinho passando os nossos jovens mortos nós gostamos disso e mais que preservar o planeta vamos todo mundo ser indio viver sem tecnologia pois eles sim são verdadeiros conservadores da natureza o resto é HIPOCRITA!!!!!!!!!!!!!!!! Deus tenha misericordia de vcs

  65. luciano dourado

    sinceridade ,nao sejamos hipocritas , classificar , a briga de galo,como crime . isso e´ridiculo .a opíniao publica é o que a imprensa ,globo, quer.deputado vc nao tem que dar satisfacao a esse bando de idiotas que nao sabem o que é um galo de briga na sua essencia.

  66. ja marica

    se briga de galo e crime corupçao eo que. tantas coisas para o governantes, se preocupa vai se procupa com galo combatente.para esses bobos que nao sabe cuida nen de si propio tamam vergonhan na cara voces nen intende disso se preocupa com avida de vcs que deve ta uma merda.vcs deve ta com problema de chifre. valeu deputado tamos juntos pronto para manifestaçao em brasila legalizaçao ja………………………..

  67. MUKA

    bom sou galista criador venhu de uma familha de criadores, meu filho tem 8 anos j[á esta con seus galos os mais bonitos é claro pois ele quem escolheu,entao se os faraos já criava galos de combate , se o presidente TANCREDO NEVES já foi homenagiado no galo de ouro porque um deputado nao poderia estar nun rinhedeiro si vem policia,prf.policia civil.medicos, advogados,funcionaris publicos emprezarios todo tipo de gente resumindo nos ELEITORES estamos nun rinhedeiro,ha peleia é dura ha vida é dura oke me dizen dos 150 galos aprendidos pelo ibama no parana que forao degolados empilhados é enterrados MORTOS , isso nao foi crueldade , estou com sr deputado gostaria de que nos galistas tivessemos mais gente de coragen pra brigar pelos nossos direitos tipo CRIAR GALOS REGULARIZA , TER ACESSO MAIS RAPIDO NOS HOSPITAIS*SUS*,MAIS PULICIAS PRA APREENSAO DESSA DROGA QUE VICIA NOSSOS FILHOS O *CRACK* MAIS CEGURANJA PRA QUE NOSSOS FILHOS NAO MORRAO POR HUM ASSALTANTE DE BANCO , COM ISSO QUE ESSE PESSUAL QUE NAO SAB NEN QUANTOS DIAS DEMORA HUM OVO PRA ECLODIR DEVERIA DE ESTAR SE PREOCUPANDO NAO COM A PRESENSA DE UMA PESSOA PUBLICA NUN RINHEDEIRO SOMOS SERIOS PESSOAS DE BEM GALISTAS DE CORAGEN LUTAMOS PELOS NOSSOS DIREITOS PELA TRADIÇAO ABRAÇO DO TAMANHO DO RIO GHRANDE DO SUL.

  68. MUKA

    bom sou galista criador venhu de uma familha de criadores, meu filho tem 8 anos j[á esta con seus galos os mais bonitos é claro pois ele quem escolheu,entao se os faraos já criava galos de combate , se o presidente TANCREDO NEVES já foi homenagiado no galo de ouro porque um deputado nao poderia estar nun rinhedeiro si vem policia,prf.policia civil.medicos, advogados,funcionaris publicos emprezarios todo tipo de gente resumindo nos ELEITORES estamos nun rinhedeiro,ha peleia é dura ha vida é dura oke me dizen dos 150 galos aprendidos pelo ibama no parana que forao degolados empilhados é enterrados MORTOS , isso nao foi crueldade , estou com sr deputado gostaria de que nos galistas tivessemos mais gente de coragen pra brigar pelos nossos direitos tipo CRIAR GALOS REGULARIZA , TER ACESSO MAIS RAPIDO NOS HOSPITAIS*SUS*,MAIS PULICIAS PRA APREENSAO DESSA DROGA QUE VICIA NOSSOS FILHOS O *CRACK* MAIS CEGURANSA PRA QUE NOSSOS FILHOS NAO MORRAO POR HUM ASSALTANTE DE BANCO , COM ISSO QUE ESSE PESSUAL QUE NAO SAB NEN QUANTOS DIAS DEMORA HUM OVO PRA ECLODIR DEVERIA DE ESTAR SE PREOCUPANDO NAO COM A PRESENSA DE UMA PESSOA PUBLICA NUN RINHEDEIRO SOMOS SERIOS PESSOAS DE BEM GALISTAS DE CORAGEN LUTAMOS PELOS NOSSOS DIREITOS PELA TRADIÇAO ABRAÇO DO TAMANHO DO RIO GHRANDE DO SUL.

  69. sandro sbarainn

    OLHA PESSOAL QUERO QUE ESSE PESSOAL QUE CUIDA DOS ANIMAIS, TIVESSEM A MESMA FORÇA PARA CUIDAR DE CRIANÇAS QUE MORREM DE FOME EM TODO O BRASIL.É IGUAL ESSES SEM NOÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS. ALGUEM JÁ VIU OS DIREITOS HUMANOS IR EM UM VELÓRIO DOS FAMILIARES DO QUE FOI MORTO POR UM BANDIDO????NUNCA MAS PARA QUE A POLICIA NÃO BATA NO BANDIDO TEM UM MONTE. CADA UM CUIDA DA SUA VIDA .

  70. sandro sbarainn

    DÉCIO VAI ACHAR O QUE FAZER.

  71. marcos botinha

    porque voces chamados moralistas nao vao procurar o que fazer….queremcuidar da vida dos outros ….que mal tem uma pessoa ir a uma rinha de galos…garanto que vc ai que esta metendo pau no décio,olha para seu rabo …. bando de vagabundos,, sou galista pagomeus impostos sou comerciante,impostos estes que nao sao poucos…vao se fuder…já fui assaltado 5 vezes nomeu comercio ….ao em vez de ficarem se preocupando com rinha de galos senhores politicos vagabundos ….colocam mais segurança… foquem na vagabundagem que esta desinfreada.. no craque que nao tem remedio…por isto nao amolem pessoa só por interesse polico ou outro…e tenho dito….mais uma vez vao se fuder

  72. Lopes

    Parabens Deputado, é isso ai, o amor pelos galos de briga não escolhe posição social, sou criador e não deixo meus galos, pior são os politicos que roubam, você não está fazendo nada de errado, a lei que está errada e tem que ser modificada.

  73. gilson

    Parabens deputado, deve fazer o que gosta e ha milhares de anos se faz no mundo? Não é uns defensores ambientalistas vegetarianos que ganhou a sencibilidade de gays e feministas carentes que devemos mudar uma lei. Nao querem comer carne, nao comam mas po..deixa eu comer, acham que é maus tratos entao criam quando sao apreendidos e nao permitam que matem, pois nao tem mutilaçao maior do que isso, e ainda quando madam matar, alegam que tem anabolizantes e drogas, MENTIRA, FALAM ISSO PORQUE NAO PODEM CUIDAR, E OS PROTETORES ESTAO AONDE….FAZEM DE SURDOS, POIS NAO PODEM FAZER NADA, POIS SABEM QUE É MELHOR MATAR DO QUE CUIDAR…HO COITADOS DOS AMINAIS..NE?? BANDO DE BABACAS.

  74. Paulo José

    deputado sou a favor, da criação de galos combatente e sou a pai-xonado por esse especie que os ambientalistas, esta tentando extinguir. vou criar galos de rinhas a tem o ultimo dia da minha vida.

  75. juliana

    sou a favor do deputado porque espote e esporte e nao crime. um pais que esta se acabando na droga os abestalhados ficam se incomodando com rinha de galo .

  76. amigo galista

    briga de galo e ato cutural e nuca vai acabar
    pois todo o mundo aprecia este esporte
    os MMA no brasil e liberado o HOMEM ATACA OUTRO HOMEM SANGRAN NOS CONBATES NIMGEM FALA NADA O GALO VALE MAIS DO QUE O HOMEM IMPOGRITAS

  77. Sociedade protetora

    Não sei ate que ponto é certo ou não, mas o fato é, a briga de galo existe a muito tempo, é cultural querendo ou não, as pessoas que lutam pela vida deveriam ser a favor dessas lutas, pq essa raça so existe ainda graças aos criadores de galos, é impossível criar esses animais livres, eles nascem justamente para brigar.
    desafio qualquer um a criar pintinhos de raça, para quando estiverem numa certa idade eles nao brigarem ate a morte. é o que eles fazem.
    liberem ja as rinhas de galos!

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